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Invertebrados

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Poríferos

Poríferos

  • Do latim ‘porus' - furo.

                           ‘ferre' - portador.

  •  São animais que, pela organização corpórea sugere que tenham se formado a partir da aglomeração de protozoários.

  • São classificados como aneuromiários por serem desprovidos de sistema nervoso e tecidos.

  • Não possuem cavidade digestória. A digestão é extracelular.

  • Além dos poros laterais, existe uma abertura na parte superior denominada ósculo por onde o fluxo de água sai.

  • A água entra pelos poros rica em oxigênio e nutrientes e sai pelo ósculo com gás carbônico e excretas.

TIPOS CELULARES DAS ESPONJAS.

Coanócitos - células especiais flageladas que recobrem internamente toda a espongiocele. O batimento dos flagelos dos coanócitos garantem a circulação de água no corpo da esponja. Os coanócitos são também responsáveis pela captação de nutrientes da água circulante e realizam essa função com fagocitose.

Amebócitos - Células que acessam os nutrientes disponíveis nos coanócitos e os distribuem no meso-hilo e a todas as células.

Pinacócitos - São células de revestimento externo. Sua função é proteger a esponja e dar-lhe sustentação.

Arqueócitos - São células que podem assumir diferentes funções no corpo da esponja. 

Porócitos - São as células formadoras dos poros. Seu formato cilíndrico permitem a entrada de água do meio externo até à espongiocele.

Gonócitos - são células originadas dos arqueócitos e tem função reprodutiva.

ATENÇÃO! - Espículas não são células!

São agregados minerais que atuam na sustentação da esponja.

Confira abaixo um esquema da anatomia de uma esponja:

COANÓCITOS

 

  • São as células mais comentadas em provas como ENEM e vestibular.

  • Tanto a sua anatomia quanto a sua função são evidenciadas nos temas das questões.

  • Em relação à anatomia, os coanócitos apresentam um formato globoso dotado de um colarinho que protege um flagelo.

  • O batimento flagelar garante a movimentação da água no interior da espongiocele e esse fluxo garante a entrada de nutrientes e oxigênio e a saída de excretas e gás carbônico.

  • Já considerando a fisiologia do coanócito, a captação de nutrientes é feita por fagocitose, portanto, um transporte ativo realizado pela membrana plasmática dessa célula.

  • À medida que os nutrientes são fagocitados, acumulam-se no interior de vacúolos alimentares que são repassados a células responsáveis pela distribuição dos nutriente para as células que não tem acesso direto à espongiocele. Essas células são os amebócitos.

  • Entre a camada de revestimento externo (pinacócitos) e a camada de revestimento interno (coanócitos) ocorre uma matriz gelatinosa denominada meso-hilo onde estão posicionadas células como os amebócitos.

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REPRODUÇÃO DAS ESPONJAS

 

Reprodução sexuada. Podem ocorrer espécies monóicas e dióicas. Em qualquer um dos casos, o espermatozóide é lançado pelo ósculo de uma esponja e alcança os poros (porócitos) de outra esponja.

No interior da esponja fêmea, ocorre a fecundação e portanto, a formação do ovo. O ovo eclode e libera uma larva  denominada anfiblástula. A larva se fixa no substrato e origina uma nova esponja. Por apresentar um estágio larval, o desenvolvimento das esponjas é classificado como desenvolvimento indireto.

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Reprodução assexuada - Neste caso não ocorre a participação de gametas. O resultado deste processo reprodutivo é um número maior de descendentes em um curto espaço de tempo porém são gerados clones de animais pré-existentes. A repordução assexuada pode ocorrer de dois tipos distintos:

 

Brotamento - No processo de brotamento células com baixo grau de diferenciação denominadas arqueócitos se especializam e formam um broto em um animal pré-existente. Após seu crescimento, o broto se desprende da esponja que o gerou e se desenvolve de forma autônoma.

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Gemulação.- Predominantemente em esponjas dulcícolas é comum acontecer a gemulação. Células como os arqueócitos/amebócitos são revestidas por pinacócitos e reforçadas com espículas. A gêmula tem a potencialidade de gerar um novo indivíduo. 

Para melhor entender a gemulação, é necessário entender o regime das águas fluviais.

Em algumas épocas do ano, o índice de chuvas aumenta e eleva o nível dos rios ocasionando alagamentos temporários conhecido como enchentes. Nestes períodos é comum que algumas anfiblástulas (lembra do nome das larvas?) se fixem em área alagada fora do leito natural do rio e ali se desenvolvem.

Com o fim das chuvas, o nível dos rios tendem a retornar ao normal e as esponjas que cresceram na área de alagamento ficam em área seca.

Por serem animais filtradores acabam morrendo e em seguida secam e se tornam quebradiços. A destruição da estrutura das esponjas mortas libera as gêmulas que foram formadas e ficaram no mesohilo.

Se as gêmulas liberadas neste processo alcançam a água do rio, começam as se desenvolver e formar um novo animal com o mesmo DNA do animal que se desestruturou fora da água.

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ATENÇÃO! CAI NA PROVA!

PORÍFEROS

  • Aneuromiários

  • Parazoarios

  • Digestão: intracelular

  • Respiração: Difusão simples - cada célula respira individualmente

  • Circulação: Ausente - Distribuição de nutrientes é feita por amebócitos utilizando o mesohilo

  • Excreção: Difusão facilitada - cada célula libera as excretas individualmente

  • Reprodução Sexuada: Fecundação interna com desenvolvimento indireto

  • Reprodução assexuada: Gemiparidade/Brotamento

                                                   Gemulação  

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